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Nosso objetivo é informar ao público sobre tudo que está acontecendo no mercado imobiliário do país, publicando posts e reproduzindo matérias publicadas em outros veículos que possam ser do interesse das pessoas envolvidas na compra, venda e intermediação de imóveis. Escolha o assunto do seu interesse e pesquise no gadget do lado direito.

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Prazo para resgatar FGTS de conta inativa termina na segunda 31/07


Trabalhadores que têm saldo a sacar de contas inativas do FGTS têm até a próxima segunda-feira, dia 31, para resgatar o dinheiro das contas. Pelo último balanço da Caixa, do dia 10 de março, quando começaram os saques, até o dia 19 de julho, foram retirados R$ 42,8 bilhões por 25,3 milhões de trabalhadores que pediram demissão ou foram demitidos por justa causa até o fim de 2015. Depois do dia 31 de julho, voltam a valer as regras gerais de saque do FGTS: demissão sem justa causa, aposentadoria, doenças graves, para compra de casa própria e ficar três anos sem carteira assinada. O governo já avisou que o prazo para saque não será prorrogado.
Segundo a Caixa, 98,33% do total disponível para saque já foram resgatados das contas, o que envolve 83,73% dos trabalhadores aptos a receber o dinheiro. O valor é superior ao que o governo esperava ser retirado no início do programa. A expectativa era que 70% dos recursos fossem resgatados.
São Paulo – O presidente Michel Temer anunciou nesta quinta-feira (22) a liberação de saque do dinheiro acumulado em contas inativas 


Para quem tem saldo de até R$ 1.500 pode sacar no autoatendimento somente com a senha do Cidadão. Para valores até R$ 3 mil, o saque pode ser realizado com o cartão do cidadão e senha no autoatendimento, lotéricas e correspondentes da Caixa. Acima de R$ 3 mil, para quem não tem conta na caixa e pediu o crédito automático deve procurar uma agência da Caixa para fazer o saque.
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Para conseguir retirar o dinheiro da conta inativa, a Caixa pede documento de identificação, carteira de trabalho ou documento que comprove a extinção do contrato quando o valor a ser sacado for superior a R$ 10 mil. Para quem tem a receber acima de R$ 3 mil, é preciso levar o número do PIS/Pasep e o comprovante do fim do contrato de trabalho.
Os trabalhadores que investiram em fundos FGTS Vale e Petrobras devem procurar o banco onde foi feita a aplicação dos recursos.

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Saiba como usar o FGTS durante o período da obra do seu imóvel



Como é do conhecimento de todos, o FGTS é um recurso financeiro que só é permitido pelo regulamento da comissão gestora da Caixa, para ser usado na compra de um imóvel novo, depois de pronto, e que for concedido o habite-se para o empreendimento ou para o imóvel.

Ocorre que, a compra de um imóvel pronto, implica em se aportar recursos de pelo menos 30% do valor de avaliação do imóvel pela Caixa, o que pode representar um montante que supera as economias  de muitas pessoas. Então, a saída é se voltar para o imóvel de lançamento, cujo valor da entrada, os tais 30%, podem ser financiados pelo próprio construtor ou incorporadora, durante o período da obra, o que vem facilitar a compra do imóvel.

Entretanto, nem sempre as economias são suficientes para cobrir os pagamentos da entrada e das parcelas mensais e até mesmo das intermediárias, durante o período da obra, sem afetar o orçamento mensal que seria sacrificado para complementar esses pagamentos.

Então, como fazer para efetuar a compra do imóvel sem comprometer todas as reservas e ainda o orçamento mensal?

Foi pensando em uma maneira de facilitar a vida financeira do comprador, que a TEGRA (antiga Brookfield) encontrou uma solução que permite ao adquirente utilizar parte do seu saldo do FGTS para reduzir em até 10% o valor da entrada e das parcelas mensais e intermediárias, viabilizando e facilitando a compra do imóvel na planta ou mesmo durante a construção.

A operação é feita da seguinte forma: o comprador apresenta apresenta ao incorporador, no caso a TEGRA, o extrato que comprova que ele possui recursos no FGTS e que a utilização é possível para a compra de imóvel novo, o que implica em que ele não pode ter outro imóvel no município do Rio de Janeiro. Comprovada a possibilidade do uso e o valor dos recursos do FGTS,  a TEGRA reduz em até 10% o valor da entrada e das parcelas durante o período da obra, que serão pagos com os recursos do FGTS, quando da concessão do habite-se e da entrega do imóvel.

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Com FGTS, financiar imóvel de até R$ 1,5 milhão fica mais barato

Imóveis: apesar do estímulo, medida não vai destravar o mercado imobiliário, segundo especialistas

Consumidores de classe média alta podem economizar até R$ 250 mil ao final de um financiamento

A decisão do governo de elevar o teto de financiamento de imóveis com uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para R$ 1,5 milhão, em vigor a partir desta segunda-feira, 20, deve trazer algum alívio às incorporadoras, construtoras e consumidores, sobretudo os de classe média e alta.
Mas, para especialistas, a medida não tem potencial para destravar de vez o mercado imobiliário e reinjetar ânimo na construção civil.
A economia para o consumidor mais endinheirado que está em busca da casa própria chega a R$ 250 mil ao final de um financiamento, segundo uma simulação elaborada pelo consultor Marcelo Prata, fundador do site Canal do Crédito. A parcela inicial, por exemplo, fica R$ 1.185,44 mais barata.
Já a taxa de juros pode ser 1,5 ponto porcentual menor entre o regime anterior e as novas regras. O efeito prático da redução no custo do empréstimo, contudo, deve ser maior. O cálculo utiliza a chamada taxa balcão, para quem não tem nenhum relacionamento com o banco.

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A resolução aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na semana passada permite não só o enquadramento no Sistema Financeiro da Habitação (SFH), como já era permitido desde setembro do ano passado, mas inclui também o uso dos recursos do FGTS na compra.
Antes, imóveis a partir de R$ 800 mil ou R$ 950 mil, a depender da região do País, estavam de fora dessa combinação de utilização de dinheiro do Fundo e crédito subsidiado.
“A crise no setor imobiliário é muito mais por falta de confiança dos consumidores e do alto nível de desemprego do que pelos juros em nível elevado. Logo, o incentivo de uso do FGTS tem mais peso”, afirma Prata. Segundo o analista, a prova disso é que não houve recuperação no mercado quando a primeira autorização, que não incluía o FGTS, foi decidida.
A alteração só engloba empreendimentos novos e terá validade até 31 de dezembro deste ano, quando o governo vai reavaliar se mantém o estímulo por mais tempo.
Por excluir o mercado de usados, a medida pode ter efeito reduzido na economia, na avaliação do pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Eduardo Zylberstajn. “O proprietário de uma unidade usada poderia utilizar a nova regra para partir para um novo”, afirma. “A medida é endereçada às construtoras e só resolve parte do problema, que são os estoques altos”, avalia Prata, do Canal do Crédito.
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De todo modo, Zylberstajn acredita que uma parcela da população deve ser beneficiada com a medida. “Desamarra um pouco o FGTS. Quem tem um valor considerável preso no FGTS a uma remuneração baixa agora pode destiná-lo à entrada de um imóvel”, afirma.
Para o presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Flávio Amary, a elevação do teto servirá mais como um empurrão ao setor, mas não será suficiente para produzir alguma pressão de alta nos preços. “Quem tiver recursos para se antecipar neste momento de baixa pode ter benefícios na negociação”, diz.
Um estudo conduzido pela Secretaria de Planejamento e Assuntos Econômicos (Seplan), do Ministério do Planejamento, mostra que a medida vai gerar um impacto de R$ 4,9 bilhões na economia brasileiro neste ano. O reflexo no Produto Interno Bruto (PIB) deve ser de 0,07 ponto porcentual.
Nas contas da Seplan, a iniciativa poderá resultar em um acréscimo anual de R$ 490 milhões nos saques do FGTS. Esses recursos possibilitariam a venda de quatro mil unidades, mostra a projeção. “A medida vai contribuir para retomada do crescimento”, destaca nota do governo.
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Amary, do Secovi-SP, é mais otimista e diz que o impacto da medida pode ir além do previsto. “Acredito que a medida deve ser vista num contexto mais amplo. O setor de decoração, por exemplo, deve ser beneficiado com o acréscimo de venda de imóveis novos”, destaca.
O executivo acredita que o atual ciclo negativo do segmento deve estar perto do fim. “Se confirmadas as expectativas de retomada de atividade no fim do ano, o setor deve melhorar as vendas e lançamentos”, afirma.


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10 perguntas e respostas sobre o saque do FGTS inativo


São Paulo – O presidente Michel Temer anunciou nesta quinta-feira (22) a liberação de saque do dinheiro acumulado em contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
De acordo com o próprio presidente, 87% dos valores acumulados nestas contas correspondem a até um salário mínimo (880 reais).
Veja abaixo as resposta das principais dúvidas de leitores sobre a medida, com base no anúncio do presidente, em informações da Caixa e na Medida Provisória publicada nesta sexta-feira (23).
Mercado imobiliário: governo prepara medidas para compensar a permissão do saque do FGTS, que financiava o setor 


1 – Quem pode sacar o dinheiro?

Trabalhadores com carteira assinada que pediram demissão ou foram demitidos até o dia 31 de dezembro do ano passado e, naturalmente, ainda tenham recursos acumulados nas contas do FGTS relacionadas a estes contratos de trabalho.
Ou seja, todo o dinheiro acumulado no fundo poderá ser retirado pelo trabalhador no ano que vem, exceto o do trabalho com carteira assinada atual e o relacionado a contratos de trabalho dos quais o trabalhador pediu demissão ou foi demitido ao longo deste ano.
Até hoje, o dinheiro acumulado nestas contas podia ser sacado somente quando o trabalhador se aposentasse, para pagar a entrada ou o financiamento da casa própria e se o trabalhador ficasse três anos sem trabalhar com carteira assinada.
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2 – O que é uma conta inativa?

A conta no FGTS é considerada inativa quando deixa de receber os depósitos mensais feitos pelo empregador. Ou seja, ela se torna inativa a partir do momento em que o contrato de trabalho é rescindido, seja porque o trabalhador pede demissão ou é demitido pela empresa.
Os recursos acumulados nas contas inativas estão, em geral, relacionados a contratos de trabalho de empresas nas quais o trabalhador pediu demissão.
Isso porque quando o trabalhador é demitido ele tem direito a sacar o dinheiro acumulado no fundo relativo àquele contrato, com o valor adicional da multa, que representa 40% do valor acumulado ao longo do contrato no momento da demissão.
O trabalhador pode ter diversas contas inativas, já que cada contrato de trabalho gera uma conta específica no FGTS. Se o trabalhador tiver saído de uma empresa e voltado a trabalhar no mesmo local depois de um tempo, terá duas contas relacionadas à mesma empresa no FGTS.
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3 – Preciso fazer algo para receber o dinheiro?

O saque vai depender da autorização do trabalhador. Mas essa autorização somente poderá ser concedida quando as regras para o saque forem divulgadas. Resta ao trabalhador aguardar o anúncio.

4 – Quando poderei sacar os recursos?

A previsão é de que o cronograma de saques seja divulgado em fevereiro de 2017. Já se sabe que ele deve seguir o mês de aniversário de cada trabalhador para não sobrecarregar as agências da Caixa, administradora dos recursos acumulados no fundo.
Ou seja, quem faz aniversário em maio poderá sacar o dinheiro a partir deste mês.

5 – O valor do saque será limitado?

Não. Apesar de inicialmente ter sido divulgada a possibilidade de que o governo colocasse um limite de mil reais para os recursos que poderiam ser sacados, isso não se concretizou no anúncio desta quinta-feira.
Portanto, o trabalhador poderá sacar todo o dinheiro que tem acumulado em contas inativas do FGTS até 31 de dezembro de 2015.
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6 – Quem saiu de uma empresa há muitos anos também tem direito a sacar o dinheiro?

Tem, desde que tenha dinheiro na conta inativa relacionada a esse contrato de trabalho.

7 – Como consulto o saldo que poderei sacar no ano que vem?

O saldo que o trabalhador tem em contas inativas do FGTS pode ser consultado pelo site da Caixa e pelo aplicativo do FGTS. Basta inserir o número do PIS e uma senha, que pode ser cadastrada no site do banco, para ter acesso às informações.
Os extratos também podem ser consultados pelo autoatendimento e agências da Caixa, mesmo que o trabalhador não seja cliente do banco. Nestes casos, é necessário apresentar o Cartão Cidadão, onde são depositados os recursos relacionados a benefícios sociais, como o FGTS e o seguro-desemprego.
Quem ainda não tem o cartão pode fazer o pedido pelo telefone 0800-726-0207 ou em agências da Caixa munido do número do PIS/PASEP, sigla do Programa de Integração Social e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, que englobam contribuições sociais devidas pelas empresas.
Veja mais informações sobre a consulta ao saldo de contas inativas do FGTS.

8 – Já fiz um saque do dinheiro acumulado no FGTS. Ainda tenho direito?

Tem, desde que ainda haja saldo remanescente nas contas inativas até 31 de dezembro de 2015.

9 – Só poderei usar os recursos para pagar dívidas?

Não. O dinheiro poderá ser utilizado para qualquer finalidade.

10 – Vale a pena sacar o valor acumulado no fundo?

Segundo especialistas, sim, já que a rentabilidade do FGTS é baixa em comparação a outros investimentos conservadores, como a poupança, ainda que essa rentabilidade tenha sido elevada pelo governo recentemente.

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Ministério nega mudanças no Minha Casa Minha Vida



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Na manhã dessa segunda, a notícia de que o Ministério das Cidades decidiu que a Caixa Econômica Federal estaria desautorizada a usar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para financiar a compra de imóveis pelo programa Minha Casa Minha Vida causou preocupação no mercado imobiliário. O tema foi destaque em importantes sites de notícias.

O Conselho do Fundo de Garantia (FGTS) liberou R$ 21,7 bilhões a mais para aumentar as linhas de financiamento para a compra da casa própria...


Durante a tarde, o Ministério lançou uma nota negando a informação e explicando apenas que houve uma orientação para que a Caixa não utilize recursos do FGTS para financiar imóveis do MCMV se a União não fizer um repasse para essas contratações.

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Valor de imóvel pago com FGTS pode subir R$ 1 milhão a R$ 1,5 milhão


Imóveis: a expectativa do setor é que as mudanças ocorram ainda em 2016
A proposta de aumentar o limite do valor dos imóveis financiados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) de R$ 750 mil para R$ 1 milhão a R$ 1,5 milhão ganhou força nos últimos meses com a crise que estagnou o mercado imobiliário.
A questão está sendo negociada por bancos e por empresários do segmento com representantes do Banco Central. A expectativa do setor é que as mudanças ocorram ainda em 2016.
A proposta sugere que o patamar de R$ 1 milhão seja válido como teto para negócios em que o mutuário utiliza recursos do FGTS como entrada no momento da compra ou na composição da linha de financiamento.
Já o limite de R$ 1,5 milhão valeria para os casos sem recursos do FGTS.

A última elevação no teto do preço dos imóveis que podem ser financiados pelo SFH ocorreu em outubro de 2013.
Na ocasião, o governo aumentou o limite de R$ 500 mil para R$ 750 mil em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. Nos demais Estados, o teto foi para R$ 650 mil.
"O valor do SFH, hoje, está completamente defasado", argumenta o presidente da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias, Rodrigo Luna.
Cobrança pode ter critério definido em convenção de condomínio Segundo especialistas, acordo e até ações judiciais podem alterar cobra...



"Não houve uma grande resistência do Banco Central contra a proposta. Há uma boa chance de efetivar isso ainda nesse ano", comentou o representante de uma associação nacional do ramo imobiliário que preferiu não se identificar.
Os líderes empresariais defendem o aumento do limite para que mais consumidores possam comprar imóveis no âmbito do SFH. Nesse sistema, o crédito imobiliário é regulamentado e conta com taxas de juros abaixo das praticadas no livre mercado.
Os bancos têm de destinar, no mínimo, 65% do saldo da caderneta para o crédito imobiliário. Desse total, 80% têm de ser destinados a imóveis na linha do SFH, e o restante para operações com taxas de mercado.
No entanto, há escassez de recursos da caderneta para os financiamentos. Entre janeiro e agosto de 2016, os saques da poupança superaram as captações em R$ 48 bilhões. Já em 2015, esse saldo ficou negativo em R$ 53,6 bilhões.
Após um período de suspensão   por conta da escassez de recursos , a linha de financiamento de   imóveis  pró-cotista, a mais barata do ...

A saída de recursos está ligada à elevação da taxa básica de juros, que torna mais atrativo o retorno de outras aplicações financeiras em comparação com a caderneta.
Outro ponto é que a inflação alta e o desemprego têm levado muitas famílias a sacar suas reservas para pagar despesas ordinárias.
Por conta disso, os recursos do FGTS ganharam importância para o crédito imobiliário. Por lei, esse dinheiro só pode ser direcionado para imóveis enquadrados no SFH.
A Caixa Econômica Federal, detentora de uma participação de dois terços do mercado de crédito imobiliário, projeta destinar R$ 90 bilhões para financiamentos ao setor em 2016. Desse montante, R$ 23 bilhões terão recursos oriundos da caderneta e R$ 67 bilhões, do fundo.
Com isso, esse será o terceiro ano consecutivo em que o FGTS será a principal fonte de recursos para o crédito imobiliário no País. A Caixa não comentou o assunto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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