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"CPF dos imóveis”: entenda como será o novo cadastro imobiliário brasileiro

 


O mercado imobiliário brasileiro está entrando em uma nova fase de organização e transparência. Desde o fim de novembro, começou a ser implementado o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB), sistema que vem sendo popularmente chamado de “CPF dos imóveis”. 

A proposta é simples na teoria, mas profunda na prática: cada imóvel do país passará a ter um identificador único nacional, reunindo informações hoje espalhadas por cartórios, prefeituras e outros órgãos.

A iniciativa faz parte das mudanças estruturais previstas na Reforma Tributária e promete impactar diretamente compra e venda de imóveis, locações, declarações de Imposto de Renda e a fiscalização patrimonial no Brasil.



O que é o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB)?

O CIB é um código único e padronizado atribuído a cada imóvel urbano ou rural existente no país. Ele funcionará como um número de identificação nacional da propriedade, permitindo que todas as informações relevantes estejam vinculadas a um único cadastro.

Na prática, o sistema unifica dados como:

- matrícula e registros em cartório

- localização e georreferenciamento

 - informações fiscais e tributárias

 - histórico de transações imobiliárias

Tudo isso será integrado em uma base nacional, eliminando divergências e sobreposições de cadastros que hoje existem entre municípios, estados e órgãos federais.



Integração nacional de dados imobiliários

O novo cadastro será alimentado por informações provenientes de cartórios de registro de imóveis, prefeituras, órgãos federais e ambientais, formando uma base única e padronizada. Essa estrutura permitirá o cruzamento automático de dados com declarações de Imposto de Renda, financiamentos, contratos de locação e operações de compra e venda.


Banner com informações sobre resgate de presentes e publicidade imobiliária

O objetivo central é reduzir a informalidade, especialmente no mercado de aluguéis, e aumentar a confiabilidade das informações sobre o patrimônio imobiliário dos contribuintes.




Implementação será gradual

A implantação do chamado “CPF dos imóveis” começou oficialmente em 25 de novembro, com prioridade para as capitais. A expansão para outros municípios ocorrerá de forma progressiva, conforme os sistemas locais e os cartórios se adaptem às novas exigências.

A legislação estabelece um prazo de até um ano para que os cartórios realizem as adequações necessárias. Se o cronograma for cumprido, todos os imóveis do país deverão possuir um número de CIB até o final do próximo ano.

Para o proprietário, não haverá necessidade de solicitar o cadastro diretamente. A responsabilidade pelo envio e atualização das informações será dos cartórios de registro.


Valor de referência: um novo conceito

Outro ponto relevante do CIB é a criação do chamado “valor de referência do imóvel”. Trata-se de uma estimativa oficial de valor de mercado, calculada com base em critérios técnicos definidos pela Receita Federal.

Esse valor poderá servir como base para diversos tributos, como:

ITBI

IPTU

ITCMD

IBS e CBS (no contexto da Reforma Tributária)

Além disso, cada imóvel será associado a uma posição georreferenciada precisa, aumentando a segurança e a confiabilidade dos dados, sem custo adicional para o contribuinte.



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Fiscalização mais eficiente (e mais rigorosa)

Com o novo cadastro, contratos e documentos imobiliários passarão a exigir, de forma obrigatória, a indicação do número do CIB. Isso permitirá que as informações declaradas em contratos, registros e no Imposto de Renda sejam confrontadas de maneira automática.


Leia Também: Receita Federal cria “CPF do imóvel” e intensifica fiscalização de aluguéis não declarados


Na prática, isso significa:

- maior controle sobre rendimentos de aluguel

- menos espaço para omissões ou divergências

- possibilidade de penalidades em caso de inconsistências cadastrais

As regras tributárias não mudam imediatamente, mas o nível de fiscalização aumenta, o que tende a reduzir práticas informais ainda comuns no mercado.


O impacto da CIB nos impostos

A adoção do CIB não cria novos tributos nem altera alíquotas de forma direta. O principal impacto está na base de cálculo. Muitos municípios ainda utilizam valores desatualizados para cobrança de impostos como o IPTU.


Com a integração de dados e o uso de valores mais próximos do mercado:

- pode haver atualização do valor venal dos imóveis

- a arrecadação tende a crescer sem mudança de alíquotas

- diferenças históricas entre valor de mercado e valor fiscal podem ser reduzidas

Em cidades menores ou com estrutura técnica limitada, a tendência é que o CIB se torne uma referência central para a tributação imobiliária.


E no Imposto de Renda?

No Imposto de Renda, a venda de imóveis permite a inclusão de melhorias realizadas ao longo do tempo para reduzir o ganho de capital. Já em tributos como ITBI, IPTU, emolumentos e doações, esse tipo de abatimento não existe.


O Google anunciou hoje (12 março 2026) duas novidades incríveis para o Google Maps: a primeira delas é a Navegação Imersiva, 


Com a adoção de valores de referência mais amplos, surgem novos desafios:

- bases de cálculo mais elevadas

- maior necessidade de organização documental

 - atenção redobrada na declaração de valores e rendimentos

Por isso, manter dados coerentes entre escritura, matrícula, contratos e declarações fiscais será cada vez mais importante.


O que proprietários e corretores de imóveis devem fazer agora?

Mesmo sem ação direta exigida neste momento, o cenário recomenda prevenção e organização, como:

- revisar matrícula e registros do imóvel

- conferir contratos de locação e venda

- verificar se os valores declarados no Imposto de Renda estão corretos

- garantir que dados de localização e características do imóvel estejam atualizados

Para o corretor de imóveis, o CIB representa também uma oportunidade de orientar melhor seus clientes, agregar valor ao atendimento e evitar problemas futuros em negociações.


Mais transparência, mais responsabilidade

O “CPF dos imóveis” marca um avanço importante na modernização do mercado imobiliário brasileiro. Ao mesmo tempo em que aumenta a transparência e a segurança jurídica, também exige mais atenção de proprietários, investidores e profissionais do setor.

Em um ambiente com dados integrados, padronizados e fiscalizados, a atuação profissional e bem orientada se torna ainda mais essencial para garantir negócios seguros, regulares e vantajosos para todas as partes.

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Google Maps começa a receber nova navegação imersiva, modo de chat e mais novidades

 



O Google anunciou hoje (12 março 2026) duas novidades incríveis para o Google Maps: a primeira delas é a Navegação Imersiva, um modo que exibe ruas, edifícios, viadutos, terrenos próximos e até placas em 3D na tela do celular e Android Auto.




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A novidade facilita a navegação por novas regiões, mostrando placas úteis, faixa de pedestres, semáforos, sinais de parada e pontos de referência próximos para localizar o destino e se orientar rapidamente como se você estivesse visualizando tudo de um drone no ar.



A navegação também traz zoom inteligente, edifícios transparentes quando algum sobrepor o seu veículo na tela, destaca curvas complicadas e até mudanças de faixa, tudo para evitar erros de rota e acidentes.


Com esta mudança, o Google Maps também está implementando novas vozes que soam mais naturais com comandos mais intuitivos, como: "passe por esta saída e pegue a próxima à direita para a rua Illinois".


A Navegação Imersiva está sendo lançada hoje nos EUA para Android e iOS, chegando ao CarPlay, Android Auto, veículos com o Android Automotive e mais regiões nos próximos meses.




Falando em conversa, o Google Maps acaba de receber o novo "Ask Maps", um chatbot com o poder do Gemini que responde a perguntas completas em linguagem natural rapidamente com base na sua localização. Ele pode ser usado para:

- Descobrir restaurantes, mercados, pontos turísticos e outros locais populares próximos;

- Planejar a sua viagem com detalhes e requisitos complexos;

- Buscar por um local para recarregar seu celular ou reabastecer seu carro: "minha bateria está acabando, onde posso carregá-la e tomar um café sem filas?"

- Descobrir paradas durante uma viagem;

- Encontrar rotas pouco conhecidas que levam a locais incríveis e muito mais.




Além disso, o Ask Maps lembra das suas preferências pessoais para comida, acessibilidade, alergias, locais pouco ou muito movimentados e outros detalhes quando indica locais para visitar.

Inicialmente, o Ask Maps está sendo lançado para Android e iOS nos EUA e na Índia, mas chegará a versão web e em mais regiões em breve

Sobre Piero Lissoni arquiteto, diretor de arte e designer do RIIO by Piero Lissoni

 


Sobre Piero Lissoni

Piero Lissoni é um arquiteto, diretor de arte e designer italiano que há mais de trinta anos desenvolve projetos em todo o mundo nas áreas de arquitetura, paisagismo e interiores, bem como em design de produto e gráfico. É também diretor de arte da Alpi, B&B Italia, Boffi, Living Divani, Lema, Lualdi, Porro e Sanlorenzo.

No Rio, Piero Lissoni fala sobre condomínio de luxo que projetou para último terreno livre da Praia da Barra.

Nos próximos anos, a Praia da Barra vai ganhar mais um empreendimento imobiliário, no último terreno ainda livre da Avenida Lucio Costa. Mas para os amantes da arquitetura, pode-se dizer que a região vai ganhar uma obra de arte, com grife. 

O arquiteto e designer italiano Piero Lissoni, um dos principais nomes do design contemporâneo, é o responsável pelo projeto RIIO by Piero Lissoni. Na última quarta-feira (25), ele visitou o terreno e demonstrou entusiasmo com seu primeiro projeto no Rio.



— Para nós, o Brasil foi a meca da arquitetura modernista. E agora, eu, que sou europeu, estou aqui para desenhar algo modernista. Nada mal, né? — resumiu ele, que se encantou pelo mar da Barra, sentindo o peso de projetar algo no último terreno da orla. — É uma responsabilidade terrível! "Quando eu comecei a desenhar prédios, fiquei assustado. É precisa colocar um pouco de consciência quando se desenha como arquiteto. Porque você constrói e depois alguém vive com algo que você criou."

O RIIO by Piero Lissoni terá apartamentos de alto luxo com preço médio de R$ 13 milhões, em 32 unidades com diferentes configurações, incluindo coberturas lineares de até 1.042 m². 

O prédio está previsto para ser entregue em 2029. Lissoni é cuidadoso ao falar sobre o projeto. Na noite da última quarta (25), quando se reuniu com arquitetos e jornalistas em um jantar, afirmou que seria diplomático nas respostas, já que há um coletivo de profissionais envolvidos no projeto, entre eles, a brasileira Mitla Morato. Mas apontou suas principais preocupações em relação ao trabalho.




— Penso primeiro em como uma construção impacta o local. A região é muito importante para mim. Tento relacionar local, espaço e construções. Levo em consideração distâncias, proporções e conexão visual com diferentes construções locais, os prédios da área, a costa e a natureza. Os nossos projetos são conectados com a natureza local. Penso em jardins com as construções no meio. Acredito que estamos num paraíso. Nós apenas tentamos seguir a natureza e o paraíso originais — disse Lissoni, com a experiência de quem já fez projetos de Miami a Pequim. — Tudo tem que ter uma unidade, porque os nossos mestres e os seus arquitetos (brasileiros) desenharam coisas supermodernas, mas conectando inteiramente o modernismo com a natureza.





Aos 69 anos, o dono do escritório Lissoni & Partners, que tem bases em Nova York e Milão, sua cidade natal, goza de fama internacional. Não só na arquitetura, mas também com grande reconhecimento nas áreas de design de interiores, design de produtos e design gráfico. No jantar oferecido pela Tegra Incorporadora, que constrói o residencial, cerca de 50 pessoas foram ao encontro da estrela da noite. Mesmo comentando que o trânsito estava péssimo ao longo do dia, ele mostrou pontualidade e elegância europeias e foi o primeiro a chegar ao Lasai, casa de eventos e restaurante em Botafogo, em um alinhado terno bege. Ao receber os parabéns pelo novo trabalho, o veterano revelou modéstia.

— Não sei se será uma parabenização ou se vão reclamar. Prefiro esperar os anos — ponderou.

Luxo com grife

O RIIO by Piero Lissoni faz parte de um conjunto de empreendimentos que estão sendo erguidos na Barra da Tijuca e trazem assinaturas reconhecidas no mundo inteiro. Entre os outros estão o Atto, no Posto 6 da Praia da Barra, fruto de uma parceria entre a Origem Incorporadora e a Pininfarina, grife italiana de design fornecedora da Ferrari; um residencial de 190 nas proximidades do Campo Olímpico de Golfe, em que Armani se juntou à Patrimar Engenharia; e o Coupé Tower, na altura do Posto 5 da praia, projeto da RJZ Cyrela com participação da Porsche Consulting, subsidiária da Porsche.

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Senado aprovou proposta que cria o Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp)


 



O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira proposta que cria o Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp). 

Esse texto — que é o substitutivo da Câmara ao Projeto de Lei 458/2021 — autoriza a atualização do valor de imóveis e veículos no Imposto de Renda e a regularização de bens lícitos não declarados.

O projeto do Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp), do ex-senador Roberto Rocha (MA), foi previamente aprovado na Câmara e incorporou medidas fiscais que originalmente estavam previstas em uma medida provisória (a MP do IOF) que perdeu a validade em outubro. O senador Eduardo Braga (MDB-AM), em seu relatório, acolheu o substitutivo da Câmara, com ajustes redacionais, e o texto segue para sanção presidencial.

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Não há, atualmente, previsão legal de atualização do valor de imóveis a preço de mercado. Com isso, de acordo com Roberto Rocha, a declaração não reflete a situação patrimonial do contribuinte, pela defasagem existente entre os valores históricos declarados e os preços de mercado. “Essa defasagem gera problemas para os contribuintes, como a dificuldade de comprovação patrimonial junto a instituições financeiras para obter crédito”, avalia.


Especialistas explicam quais cuidados devem ser tomados na hora de comprar um imóvel. Além de avaliar o estado do bem, é fundamental consi..


Para pessoas físicas, o substitutivo prevê que a atualização acarretará cobrança de 4% sobre a diferença entre o valor declarado e o valor de mercado, em substituição ao Imposto sobre Ganho de Capital, que varia de 15% a 22,5%. Para pessoas jurídicas, as alíquotas serão de 4,8% de IRPJ e 3,2% de CSLL.



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Outros dispositivos estavam previstos na MP do IOF (MP 1.303/2025). Dessa forma, foram incluídos no substitutivo restrições a compensações tributárias, a revisão de regras do Programa Pé-de-Meia, o ajuste no prazo do auxílio-doença por análise documental (Atestmed) e limites à compensação previdenciária entre regimes. O impacto fiscal estimado dessas medidas é de cerca de R$ 19 bilhões.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Por quê o corretor deve apresentar seu registro no CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis?

 


O corretor deve apresentar seu registro no CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) por razões legais, de segurança e transparência, garantindo a legalidade da profissão e a proteção do cliente. 

Sabia que você ainda pode aproveitar as promoções de Tvs do MAGALU para ver com mais nitidez e beleza toda a programação de todos o canais?. 
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Os principais motivos são:

Exigência Legal 

A profissão de corretor de imóveis é regulamentada pela Lei nº 6.530/78 e pelo Decreto nº 81.871/78, que determinam a obrigatoriedade do registro no CRECI para o exercício da atividade. A Resolução COFECI nº 1.065/2007 estabelece, ainda, regras específicas para a publicidade profissional, tornando obrigatória a inclusão do número de registro em qualquer divulgação, seja em placas, cartões de visita, folders ou mídias sociais.

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Garantia de Qualificação e Ética 

O registro no CRECI atesta que o profissional possui a formação técnica necessária (curso de Técnico em Transações Imobiliárias - TTI) e está sujeito ao Código de Ética Profissional da categoria. Isso assegura ao cliente que a intermediação será realizada com diligência, prudência e conhecimento do mercado e da legislação.


Segurança nas Transações 

A presença do número do CRECI oferece segurança jurídica ao cliente, pois indica que a pessoa com quem ele está negociando é um profissional fiscalizado por um conselho de classe. Em caso de problemas ou infrações éticas, o cliente tem a quem recorrer (o próprio CRECI) para apresentar denúncias, o que não ocorreria com um "corretor" não registrado.


Combate ao Exercício Ilegal da Profissão 

A divulgação obrigatória do CRECI ajuda a coibir o exercício ilegal da profissão por pessoas não habilitadas, protegendo tanto o mercado imobiliário quanto os profissionais devidamente credenciados. A atuação sem registro pode levar a penalidades severas, incluindo multas e ações penais, para quem pratica a contravenção e, em alguns casos, para quem o contrata.


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Transparência e Credibilidade 

A identificação clara do profissional responsável pela intermediação, inclusive na escritura pública de compra e venda (conforme projetos de lei e normativas), aumenta a transparência do negócio e fortalece a credibilidade do corretor no mercado. 

Em resumo, a apresentação do registro no CRECI é um dever legal do corretor e um direito do cliente, funcionando como um selo de conformidade, competência e segurança na complexa atividade de transações imobiliárias.

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